domingo, 25 de novembro de 2018

Modelos Pedagógicos para Ambientes Virtuais

Os modelos de aprendizagem em ambiente virtual têm a propriedade de alimentar a reflexão e de poderem servir como referenciais para o desenho, a implementação de práticas e a análise dos processos de interação e colaboração no seio das comunidades virtuais de aprendizagem. Facilitam a implementação, mas também a reflexão crítica daquilo que se vem fazendo neste campo de estudos. A construção de ambientes de aprendizagem começa a deixar de ser um problema tecnológico para passar a ser, essencialmente, um problema pedagógico. Podem fornecer informação para a caracterização dos aspectos fundamentais dos chamados contextos ou ambientes de aprendizagem, conceitos que vão muito para além da tecnologia que os viabilizam. Suscita uma nova função para formadores e formandos, uma nova relação pedagógica visando o trabalho coletivo. Atingir a colaboração entre os participantes da comunidade de forma mais ou menos explicita, em todos os modelos apresentados, o que apela para um paradigma colaborativo. Parece cada vez mais evidente que a integração das tecnologias “colaborativas” com modelos pedagógicos que estudamos, transporta consigo uma profunda revisão das funções exercidas pelos formadores e formandos, bem como, de forma geral, uma alteração dos cenários educativos e formativos tradicionalmente configurados.
          Os modelos de aprendizagem em ambientes virtuais destacados por
Mineirinhos & Osório (2012) consideram os mais relevantes para o desenvolvimento de ambientes de aprendizagem colaborativa:
·         E-Moderating de Salmon (2000);
·         Modelo de colaboração em ambientes virtuais de Henri e Basque (2003);
·         Modelo de interação em ambientes virtuais de Faeber (2002).
·         Modelo de comunidades de investigação de Garrison te al (2000);
          O modelo proposto por Salmon (2000) e-moderating, o qual baseia-se em cinco etapas, que orientam a atividade do moderador no trabalho com os estudantes, para conseguir a construção de comunidades virtuais de aprendizagem, em comunicação assíncrona e predominantemente em fóruns, me parece ser o modelo mais completo.

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